Com a prisão de Julian Assange, ativista australiano, programador de computador, jornalista e fundador do site WikiLeaks, observamos a mobilização da comunidade hacktivsta global em protesto. Ataques de negação de serviço, desfiguração de página e vazamentos de dados no contexto da #OpEcuador, #FreeAssange, #OpAssange, #OpUK e #OpUS foram observados nas últimas horas.
Entre os envolvidos nesses ataques destacam-se o grupos/hacker DeathLaw, 5UB5, Cyb3r C0nven Security e Al1ne (Pryzraky).
Ações de negação de serviço tem ocorrido sistematicamente contra alvos do governo do Equador, país que entregou Julian Assange para as autoridades policiais do Reino Unido.



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Agrocalidad – La Agencia de Regulación y Control Fito y Zoosanitario: http://www.agrocalidad.gob.ec/
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Agencia Metropolitana de Tránsito: http://www.amt.gob.ec/
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Instituto Geográfico Militar – Ecuador: http://www.igm.gob.ec/

Outro vazamento de autoria não identificada divulga mais de 700 dados pessoais de funcionários e servidores de Universidades equatorianas:

Além de desfigurações, ações de vazamentos de dados e negação de serviços, oustras publicações encorajam ataques (link2) contra alvos do Equador:

A #OpEcuador é uma operação hacktivista que certamente contará com a adesão maciça de atacantes de diferentes nacionalidades. Sua duração e continuidade serão indicadores da relevância que a figura de Julian Assange tem perante seus pares.